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terça-feira, 22 de maio de 2018

Prémio Camões 2018




Resultado de imagem para germano almeida o sr.napumocenoO escritor cabo-verdiano Germano Almeida é o vencedor do Prémio Camões 2018. O anúncio foi feito, na segunda-feira, dia 21 de maio, pelo ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, numa cerimónia no Hotel Tivoli, em Lisboa, após reunião do júri.

Nascido em 1945 na ilha da Boavista e a viver atualmente no Mindelo, formou-se em Direito, em Lisboa. É advogado e foi procurador da República de Cabo Verde. Deu os primeiros passos na literatura na década de 1980, numa altura em que cofundou a revista Ponto &Vírgula. 

      Germano de Almeida                          





É autor de obras como 'A ilha fantástica', 'Os dois irmãos' e 'O testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo', estes dois últimos já adaptados para cinema.

Germano Almeida, um dos autores mais lidos e traduzidos de Cabo Verde, é o segundo autor cabo-verdiano a ser distinguido com o Prémio Camões, depois de, em 2009, o galardão ter sido atribuído ao poeta Arménio Vieira.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Desculpa, por acaso viste o mar?



Foi assim que, no dia 28 de outubro, para encerrar as atividades do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, a  Alda Serras  nos veio apresentar  esta misteriosa história...   
... e se um dia o mar se cansasse  de ser tão maltratado?!...
... e se resolvesse, assim, de repente...  fazer as malas e partir?!...

Obrigada, Alda!

(Na Biblioteca Municipal do Crato, com as crianças do ensino pré-escolar da «Eira» e do JI do Agrupamento de Escolas do Crato).


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Nobel da Literatura 2016 vai para Bob Dylan!





A academia sueca justifica o prémio atribuído a Bob Dylan por este ter criado novas formas de expressão poéticas no quadro da grande tradição da música americana. Aos 75 anos de idade, o ícone Bob Dylan vê o seu mito agigantar-se ainda mais.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Biblioteca de Fernando Pessoa está disponível online

BIBLIOTECA DE FERNANDO PESSOA COM MAIS DE 1100 LIVROS ESTÁ DISPONÍVEL ONLINE

"As obras podem ser pesquisadas por ano, ordem alfabética e por categorias temáticas e é também possível encontrar algumas páginas com manuscritos do próprio Pessoa."

  Para aceder à biblioteca online ... clique aqui »

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Educação Literária 2º e 3º ciclos

Metas Curriculares - Educação Literária

Lista de obras e textos para 
Iniciação à Educação Literária, 
com indicação das obras existentes na Biblioteca Escolar
para 2º e 3º Ciclos 

(brevemente disponível para o 1º  ciclo)

Boas Leituras!!




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Fernando Pessoa - 30 de novembro de 1935


Fernando Pessoa morreu no dia 30 de novembro de 1935.

“Se em grande medida viveu para a escrita, as circunstâncias nunca lhe permitiram viver da escrita, de que é sintomática a forma como, em Março de 1935 - o ano da sua morte - se autodefine: “A designação mais própria será «tradutor», […] de «correspondente estrangeiro em casas comerciais». O ser poeta e escritor não constitui profissão, mas vocação.”
Vocação que assumiu como desígnio, e sentindo que a sua voz era insuficiente para o cumprir, criou a voz de outros, nascendo desta forma o intrincado universo heteronímico de Pessoa - onde pontuam Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis - e que constitui um dos traços mais marcantes da originalidade e genialidade do autor.
Trabalhou para o reconhecimento. "I know not what tomorrow will bring", consta ter sido a última frase escrita pelo seu punho. Pois bem: o amanhã haveria de trazer-lhe a aclamação universal.”

Fonte: Hemeroteca Digital – CML

“Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as cousas sem sentimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar, porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as cousas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos, nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso, fui o único poeta da Natureza.” 

 Alberto Caeiro

    Via Associação de Professores de Português - Ler mais » »

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

16 de novembro de 1922 - Nascimento de José Saramago




A 16 de Novembro de 1922, nasce, em Azinhaga (Ribatejo), José de Sousa Saramago, escritor português galardoado, em 1998, com o Nobel da Literatura.



terça-feira, 10 de novembro de 2015

" A oeste nada de novo" Romance sobre a 1ª Guerra Mundial

11 de Novembro - Dia do Armistício

10 de Novembro de 1928 - É publicado o primeiro fascículo de " A oeste nada de novo"

de Erich Maria Remarque




Na revista alemã Vossische Zeitung, é publicado o primeiro fascículo de  A Oeste nada de novo (Im Westen nichts Neues).

Via Estórias da História - Ler mais » »


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Festival das Sopas... com Sopa de Letras ?!...




E se for... com  Sopa de Letras?!...

Era uma vez um menino
que não queria comer sopa de letras.
Podiam lá estar coisas bonitas escritas,
mas para ele era tudo tretas...
Podia lá estar escrito COMER,
podia lá estar GOIABADA,
Como ele não sabia ler,
a sopa não lhe sabia a nada.
Tinha no prato uma FLOR,
um NAVIO na colher,
comia coisas lindíssimas
sem saber mas ele queria lá sabor!
Até que um amigo com todas as letras lhe ensinou a soletrar a sopa.
E ele passou a ler a sopa toda.
E até o peixe, a carne, a sobremesa, etc...


O Têpluquê e outras histórias
um livro de Manuel António Pina, 
ilustrado por Bárbara Assis Pacheco,
da Assirio & Alvim

Do mesmo autor, O Pássaro da Cabeça

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Dia Mundial da Alimentação - 16 de outubro


Vamos falar do Dia Mundial da Alimentação, 
que hoje se comemora? SIM!!!!

Uma lagarta Processionária-Não que gostava de comer LIVROS!

Vamos também comemorar EM GRANDE o MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES com este excerto fantástico de Contos da Mata dos Medos, de Álvaro Magalhães!

Conversa entre o Coelho e a Pequenita (a lagarta Processionária-Não)



Certa manhã, o Coelho foi a casa do Ouriço e encontrou a Pequenita a dormir à janela depois de mais uma noite a ver passar as procissões.
«Vim ver como estavas, por ser quinta-feira», disse ele.
«Ontem também vieste e era quarta-feira.»
«Pois foi. Vim ver como estavas por ser quarta-feira. E no domingo talvez apareça para saber como estarás por ser domingo.»
«Obrigada, Coelho. Fica então a saber que hoje não estou lá muito bem. Talvez por ser quinta-feira.»
«Nem eu», disse o Coelho a preparar-se para contar o seu problema. Sentou-se num Banco Muito Útil e foi escorregando até parar no chão.
«Este banco está todo roído de um lado», disse ele.
«Fui eu», confessou a Pequenita. «Ainda não tive tempo para o comer do outro lado.»
O Coelho abriu a boca, espantado.
«Mas isto é um Banco Muito Útil que dei ao Ouriço no dia dos anos dele. Não devias comer agulhas de pinheiro?»
«Não sou dessas», esclareceu a Pequenita. «Tenho-me arranjado com estes livros todos, que são bocadinhos de árvores mortas.»
«Essa é boa!»
«Pergunta à Toupeira. Foi o que fez o Ouriço, que também não acreditava.»
«Custa a acreditar, realmente. Mas se a Toupeira o diz…»
«Pois é. Quando vires um livro, lembra-te que há nele o corpo e o sangue de uma árvore.»
«Pode ser», concordou o Coelho. «O problema é que eu não vejo estes livros como livros mas como Cadeiras Muito Úteis, Sofás Muito Úteis, Mesas Muito Úteis.»
«Se nos esquecermos disso, são apenas livros. E comem-se», disse a Pequenita.
«Papel tenrinho, sem ponta de humidade. Um livro bem escrito sabe sempre bem melhor, porque há alguns que são intragáveis. Aquela Mesa Muito Útil, por exemplo, comi ontem um bocado dela e tinha palavras estragadas. Vomitei páginas inteiras, as piores, as que me deram a volta a barriga. A poesia, normalmente, cai bem no estômago, enquanto a História, por exemplo, e um bocado indigesta. Romances, histórias de amor, grandes aventuras, disso é que eu gosto. Tantos personagens deliciosos que eu conheci. Aconteça o que acontecer, no final vão todos para o céu da minha boca.»
«Parece impossível», disse o Coelho, «Devoraste essa gente toda. Não te sentes pesada?»
«Nem um bocado. Mesmo os maus, souberam-me bem. Alguns, foi a primeira vez que gostei deles.»
pp. 46/47
Texto de Alvaro Magalhães
Com desenhos de Cristina Valadas
Assirio & Alvim
Câmara Municipal de Almada

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Lembrar Camões ...

FONTE: http://www.leme.pt/historia/efemerides/1009/



A 9 de outubro de 1867 é inaugurado, em Lisboa, um monumento a Camões, custeado por subscrição pública. O pedestal da estátua, em pedra, mede 7,5 metros, sustentado a estátua figurativa de Camões, em bronze, com a altura de 4 metros. A cobertura que cobria o monumento foi descerrada pelo rei D Luís e por seu pai, D. Fernando.