Agrupamento de Escolas do Crato - partilhas e divulgação de trabalhos e recursos
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quarta-feira, 6 de maio de 2020
quinta-feira, 25 de maio de 2017
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Desculpa, por acaso viste o mar?
Foi assim que, no dia 28 de outubro, para encerrar as atividades do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, a Alda Serras nos veio apresentar esta misteriosa história...
... e se um dia o mar se cansasse de ser tão maltratado?!...
... e se resolvesse, assim, de repente... fazer as malas e partir?!...
Obrigada, Alda!
(Na Biblioteca Municipal do Crato, com as crianças do ensino pré-escolar da «Eira» e do JI do Agrupamento de Escolas do Crato).
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
À conversa com... Carlos Canhoto
Hoje foi mais um dia de Leituras Conversadas... desta vez, integradas no Mês Internacional da Biblioteca Escolar.
Com Carlos Canhoto, na Biblioteca Municipal... e tantas histórias pelo meio!
sexta-feira, 1 de abril de 2016
2 de ABRIL - Dia Internacional do Livro Infantil
"No dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen. A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.
Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2016, a 2 de abril, a DGLAB convidou o ilustrador Afonso Cruz, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz."
A mensagem do IBBY (International Board on Books for Young People), este ano da responsabilidade do Brasil, consta de um texto da escritora Luciana Sandroni :
“Era uma vez”… “Era uma vez uma… Princesa? Não. Era uma vez uma biblioteca. E também era uma vez a Luísa que foi à biblioteca pela primeira vez. A menina andava devagar, puxando uma mochila de rodinhas enoooorme. Ela olhava tudo muito admirada: Estantes e mais estantes recheadas de livros. Mesas, cadeiras, almofadas coloridas, desenhos e cartazes nas paredes. – Eu trouxe a foto – disse timidamente para a bibliotecária. – Ótimo, Luísa! Vou fazer sua carteira de sócia. Enquanto isso pode escolher o livro. Você pode escolher um livro para levar para casa, tá? – Só um?! – perguntou desapontada. De repente, tocou o telefone e a bibliotecária deixou a menina com aquela difícil tarefa de escolher somente um livro diante daquela infinidade de estantes. Luísa puxou a mochila e procurou, procurou até que achou o seu favorito: Branca de Neve. Era uma edição de capa dura, com lindas ilustrações. Com o livro na mão, puxou a mochila novamente e, quando já saía, alguém bateu no seu ombro. A menina se virou e quase caiu para trás de susto: era nada mais, nada menos que o Gato de Botas com o livro dele nas mãos, quer dizer, nas patas! – Bom dia! Como vai sua tia? – brincou o gato fazendo uma reverência. – Luísa, você já não está careca de saber essas histórias de princesas? Por que não leva o meu livro, O Gato de Botas, que é bem mais divertido? Luísa, admiradíssima, com os olhos arregalados, não sabia o que dizer. – O que houve? O gato comeu a sua língua? – brincou. – Você é o Gato de Botas de verdade?! – Eu mesmo! Em pelo e osso! Pois, então, me leve para a sua casa e você saberá tudo sobre a minha história e a do Marquês de Carabás. A menina, de tão perplexa, só fez que sim com a cabeça. O Gato de Botas, num passe de mágica, voltou para o livro, e, quando a Luísa já saía, alguém bateu no seu ombro de novo. Era ela: “branca como a neve, corada como o sangue e de cabelos negros como ébano”. Já sabem quem é? – Branca de Neve!? – disse Luísa completamente abobada. – Luísa, me leva com você também. Essa edição – disse mostrando o próprio livro – é uma adaptação fiel do conto dos irmãos Grimm. Quando a menina ia trocar de livro de novo, o Gato de Botas apareceu muito irritado: – Branca, a Luísa já se decidiu. Volte lá para os seus seis anões. – São sete! E ela não se decidiu coisa nenhuma! – se irritou a Branca ficando bem vermelha de raiva. Os dois encararam a menina esperando uma resposta: – Eu não sei qual levar. Eu queria levar todos… De repente, de repente, aconteceu a coisa mais extraordinária: os personagens todos foram saindo dos seus livros: a Cinderela, a Chapeuzinho Vermelho, a Bela Adormecida, a Rapunzel. Era um time de verdadeiras princesas: – Luísa, me leva para a sua casa! – suplicavam todas. – Eu só preciso de uma cama para dormir um pouquinho– disse a Bela bocejando. – Só cem anos, coisa pouca – ironizou o Gato. – Posso fazer a faxina na sua casa, mas à noite eu tenho uma festa no castelo do… – Príncipe! – gritaram todos. – Na minha cesta eu tenho bolo e vinho. Alguém quer? – ofereceu a Chapeuzinho. Depois surgiram mais personagens: o Patinho Feio, a Pequena vendedora de Fósforos, o Soldadinho de Chumbo e a Bailarina: – Luísa, podemos ir com você? Somos personagens do Andersen – pediu o Patinho Feio, que nem era assim tão feio. – A sua casa é quentinha? – Perguntou a menina dos fósforos. – Ihhh, se tiver lareira é melhor a gente ficar por aqui… – comentou o Soldadinho com a Bailarina. Só que, subitamente, surgiu um lobo bem peludo, enorme, com os dentes afiados, bem ali na frente de todos: – O Lobo Mau!!!!! – Lobo, por que essa boca tão grande? – perguntou a Chapeuzinho por força do hábito. – Eu protejo vocês! – disse o soldadinho muito corajoso. Foi então, que o Lobo abriu a maior bocarra e… Comeu todo mundo? Não. Só bocejou de sono e depois disse muito tranquilo: – Calma, pessoal. Eu só queria dar uma ideia. A Luísa leva o livro da Branca de Neve e nós podemos ir dentro da mochila, que é bem grande. Todos acharam a ideia muito boa: – Podemos, Luísa? – perguntou a Menina dos Fósforos que tremia de frio. – Tudo bem! – disse abrindo a mochila. Os personagens fizeram uma fila e foram entrando. – Primeiro as princesas! – reivindicou a Cinderela. Na última hora, os personagens brasileiros também apareceram: o Saci, o Caipora, uma boneca de pano muito tagarela, um menino muito maluquinho, uma menina com uma bolsa amarela, outra com a foto da bisavó colada no corpo, um reizinho mandão. Todos entraram. A mochila estava mais pesada que nunca. Como os personagens pesam! Luisa pegou o livro da Branca e a bibliotecária anotou tudo no fichário. Mais tarde, a menina entrou em casa na maior alegria, e a mãe gritou lá de dentro: – Chegou, filha? – Chegámos!” Luciana Sandroni (Rio de Janeiro, 1962)
Via DGLAB - Ler mais »»
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
"Conto Contigo!" foi à Caça do Urso
"Conto Contigo!" é um projeto muito simples que conta com os alunos do 6º ano para contarem histórias aos mais pequeninos, do jardim de infância e 1º ciclo.
Para já, prepararam a apresentação da obra "Vamos à caça do urso", de Michael Rosen, que já apresentaram na Escola Básica Ana Mª Ferreira Gordo, no dia Das Bibliotecas Escolares (26 de outubro) e no Jardim de Infância da Stª Casa da Misericórdia do Crato, "A Eira" (11 de dezembro).
No próximo período letivo, cá estarão com mais novidades!!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Como eles viram o urso !!
Fomos à caça do urso!!
Apresentamos agora o livro digital com os desenhos das crianças do Pré-escolar do Agrupamento de Escolas do Crato!
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
16 de novembro de 1922 - Nascimento de José Saramago
A 16 de Novembro de 1922, nasce, em Azinhaga (Ribatejo), José de Sousa Saramago, escritor português galardoado, em 1998, com o Nobel da Literatura.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Festival das Sopas... com Sopa de Letras ?!...
E se for... com Sopa de Letras?!...
Era uma vez um menino
que não queria comer sopa de letras.
Podiam lá estar coisas bonitas escritas,
mas para ele era tudo tretas...
Podia lá estar escrito COMER,
podia lá estar GOIABADA,
Como ele não sabia ler,
a sopa não lhe sabia a nada.
Tinha no prato uma FLOR,
um NAVIO na colher,
comia coisas lindíssimas
sem saber mas ele queria lá sabor!
Até que um amigo com todas as letras lhe ensinou a soletrar a sopa.
E ele passou a ler a sopa toda.
E até o peixe, a carne, a sobremesa, etc...
O Têpluquê e outras histórias
um livro de Manuel António Pina,
ilustrado por Bárbara Assis Pacheco,
da Assirio & Alvim
Do mesmo autor, O Pássaro da Cabeça
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Foi assim que descobrimos o urso!
Os alunos do 6ºA conduziram a aventura!...
E lá fomos nós!
Atravessámos a erva... reste... restolha...
atravessámos o rio... chape... chapinha...
atravessámos a lama... pate... patinha...
atravessámos a floresta... trope... tropeça...
atravessámos o nevão... uuuh!... uuuh!
... e...
pé-ante-pé... pé-ante-pé... pé-ante-pé!
chegámos à caverna!...
...que medo!!!!
Voltamos para casa... voltamos para a cama!...
Nunca mais voltamos a ir à caça do urso!...
Depois... ouvimos a história, lida pela Adriana e pelo Gonçalo!
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
No Dia Internacional da Biblioteca Escolar ...
Neste Dia Internacional da Biblioteca Escolar os alunos do 6ºA brindaram os pequenitos do ensino pré-escolar com um momento mágico, conduzindo-os na aventura da caça ao urso. Um enorme e fofo urso de peluche que dormia na sua caverna!
A rima repete-se ao longo da história possibilitando a sua repetição pelas crianças bem como a execução das ações descritas, provocando uma grande interatividade.
Recorrendo a frases muito simples, as crianças "entram" na história e tornam-se contadores ativos.
Esta obra é um mimo para quem é apaixonado por leitura infantil!
Título da Obra: Vamos à caça do urso
Autor: Michael Rosen
Ilustrador: Helen Oxenbury
Editora: Caminho
Sugestão PNL
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